Foto: Vovô Paulo, Skype, 27 de julho de 2008.
terça-feira, 29 de julho de 2008
quarta-feira, 23 de julho de 2008
mais uma herança bacaninha
este sou eu, acomodado no bebê conforto que o papai acopla à cadeirinha de carro e a um carrinho de passeio. ou seja: é três em um e é demais!!! foi herança da cunhada da minha tia joana, prima do papai... fomos passear outro dia e a mamãe aproveitou pra me flagrar, quase dormindo... esse balancinho dá um sono!
herança que balança
este aí sou eu, hoje, dia 23 de julho de 2008. faltam três dias para o aniversário da minha tia maria, e faz quatro dias que a minha bivó dd ficou uma velhinha ainda mais gatinha e na moda... resolvi aproveitar tantas datas importantes - inclusive os meus quase dois meses de vida - para curtir uma herança que o meu primo gabriel me deu: a cadeirinha que vibra, uma delícia! eu e ele temos muitas coisas em comum. nós dois fomos apressados e nascemos antes do tempo, nós dois adoramos passear e dançar, nós dois temos as mãos enormes (!) e o nosso sobrenome é praticamente o mesmo. afinal, a ordem dos fatores não altera o produto!!! eu sou joão kalil oliveira e ele, gabriel oliveira kalil. não é muita afinidade? a gente só podia ser primo mesmo. como diz o meu avô paulo: "se não fosse primo não parecia tanto!" agora, mamãe, tá faltando uma foto minha e do gabi aqui no blog, né? quando vai rolar o próximo encontro?
segunda-feira, 14 de julho de 2008
momento chupeta!
visitinha bem bacana
sexta-feira, 11 de julho de 2008
... e as conseqüências dela também!
domingo, 6 de julho de 2008
quinta-feira, 3 de julho de 2008
quarta-feira, 2 de julho de 2008
acalanto
O Filho Que Eu Quero Ter
Composição: Vinicius de Moraes / Toquinho
Composição: Vinicius de Moraes / Toquinho
É comum a gente sonhar, eu sei
Quando vem o entardecer
Pois eu também dei de sonhar
Um sonho lindo de morrer
Vejo um berço e nele eu me debruçar
Com o pranto a me correr
E assim, chorando, acalentar
O filho que eu quero ter
Dorme, meu pequenininho
Dorme que a noite já vem
Teu pai está muito sozinho
De tanto amor que ele tem
De repente o vejo se transformar
Num menino igual a mim
Que vem correndo me beijar
Quando eu chegar lá de onde vim
Um menino sempre a me perguntar
Um porquê que não tem fim
Um filho a quem só queira bem
E a quem só diga que sim
Dorme, menino levado
Dorme que a vida já vem
Teu pai está muito cansado
De tanta dor que ele tem
Quando a vida enfim me quiser levar
Pelo tanto que me deu
Sentir-lhe a barba me roçar
No derradeiro beijo seu
E ao sentir também sua mão vedar
Meu olhar dos olhos seus
Ouvir-lhe a voz a me embalar
Num acalanto de adeus
Dorme, meu pai, sem cuidado
Dorme que ao entardecer
Teu filho sonha acordado
Com o filho que ele quer ter
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